Reunião com Elmano de Freitas reuniu órgãos estaduais e comitês de bacias para analisar reservas hídricas e discutir medidas preventivas nos municípios.
O Governo do Ceará avaliou, nesta quinta-feira (15), as condições de abastecimento de água dos municípios e os possíveis impactos do El Niño no estado. A análise ocorreu durante reunião do Comitê Integrado de Segurança Hídrica (CISH), com a participação do governador Elmano de Freitas, no Palácio da Abolição, em Fortaleza, para identificar riscos e orientar ações preventivas.
Segundo a Casa Civil, o acompanhamento considera a situação do fornecimento e a estimativa de disponibilidade de água em cada localidade. O objetivo é antecipar problemas e planejar medidas para proteger o abastecimento da população.
Monitoramento avalia situação dos municípios
Durante o encontro, os municípios foram analisados em diferentes categorias, conforme suas condições hídricas. O comunicado oficial não apresenta a relação das cidades em cada classificação nem os volumes atuais das reservas.
Participaram da reunião os secretários dos Recursos Hídricos, Ramon Rodrigues, e das Cidades, Negreiros Bastos, além de representantes dos comitês de bacias hidrográficas, Cagece, Funceme, Defesa Civil e Cogerh.
A articulação entre os órgãos busca reunir informações sobre disponibilidade de água, condições meteorológicas e operação dos sistemas de abastecimento.
Governo discute ações preventivas
Elmano afirmou que o planejamento busca antecipar possíveis dificuldades relacionadas ao clima e citou obras em andamento, sem detalhá-las no comunicado.
“Estamos acompanhando a situação hídrica de cada município e nos antecipando aos possíveis impactos do El Niño”, declarou o governador.
A publicação não informa quais intervenções foram definidas no encontro, os recursos previstos ou os prazos de execução. Também não apresenta uma previsão meteorológica específica sobre a intensidade ou os efeitos do fenômeno no Ceará.
Reuniões ocorrem a cada 15 a 30 dias
De acordo com o governo estadual, os encontros do comitê fazem parte da rotina de monitoramento e ocorrem em intervalos de 15 a 30 dias, conforme a evolução do cenário.
“Estamos avaliando nossas reservas hídricas e o que podemos fazer para evitar problemas de abastecimento no estado”, afirmou Ramon Rodrigues. Segundo o secretário, o trabalho preventivo considera situações tanto de escassez quanto de excesso de água.
Para a população, o acompanhamento deve orientar a identificação das localidades que precisam de intervenções. O comunicado não anuncia racionamento ou mudanças imediatas no fornecimento de água.
